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A TRENMO é uma aposta pessoal que surge associada a um conjunto de motivações das quais gostaria de destacar algumas. Por um lado, estava rodeado de um conjunto de recursos humanos, com ideias próprias e domínio do conhecimento em áreas muito específicas, empenhados, mas pouco atraídos pelas saídas profissionais com que se deparavam. Por outro lado, gosto de desafios, de mudança, e de me envolver em projectos inovadores e motivadores onde a criatividade tenha um papel central. Reunidas estas condições, senti que havia espaço no mercado para criar uma consultora na área dos transportes, com factores diferenciadores, e que acrescentasse valor aos seus clientes.
Passados pouco mais de 2 anos não poderia estar mais satisfeito com os resultados. Com recursos humanos com um estilo muito próprio, conjugando a juventude inicial com um conjunto de pessoas com mais experiência mas a mesma atitude em relação à vida e ao trabalho, tornámo-nos uma empresa sólida e conquistámos o nosso mercado criando valor económico para os clientes. Passámos de 2 sócios e 7 colaboradores em 2005, para 5 sócios e 22 colaboradores em 2007 e estamos hoje preparados para novos desafios, ainda que com algum risco pessoal, e empenhados em melhorar a sociedade.
O sucesso mede-se pelos projectos em que nos envolvemos. A TRENMO teve projectos de grande relevância e impacto social, como a análise das redes da Carris e da STCP, a avaliação da 2ª fase da rede do Metro do Porto, várias alterações de redes de transporte público um pouco por todo o norte e centro do país, com destaque para a rede de Arganil, e integrou a equipa que, por solicitação da Associação Comercial do Porto, avaliou a Portela+1.
Agora temos uma nova fase pela frente – consolidar processos na TRENMO, lançar a SOMOLO e ganhar capacidade de gestão para podermos abarcar projectos mais criativos e de maior dimensão. Temos de inovar, tanto em termos de produto como de abordagem ao mercado, criar ainda mais valor para os nossos clientes e solidificar as nossas redes de parcerias, essenciais para a prossecução de projectos ainda mais relevantes.
Álvaro Costa
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